LeituraMórmons, cavernas e tatuagens

1 de março de 2017

O mundo das religiões esconde boas histórias. Uma delas é destaque na edição 91 do Guten News. Seguidores da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, mais conhecidos como mórmons, estão digitalizando milhões de certidões de nascimento, de óbito e de casamento no Brasil e no mundo. Fazem isso porque construir a árvore...

O mundo das religiões esconde boas histórias. Uma delas é destaque na edição 91 do Guten News. Seguidores da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, mais conhecidos como mórmons, estão digitalizando milhões de certidões de nascimento, de óbito e de casamento no Brasil e no mundo. Fazem isso porque construir a árvore genealógica dos fiéis é parte da doutrina dessa religião, fundada nos Estados Unidos. Graças ao trabalho feito em mais de 150 países, os mórmons estão perto de montar o maior banco de dados das pessoas que já passaram pela Terra. O projeto tem até site em que é possível procurar por familiares. Ao contar essa história, explicamos como é realizado o cuidadoso trabalho de limpeza e digitalização dos documentos públicos.

Outro texto é sobre uma descoberta científica que ajuda a explicar como surgiram os atuais continentes. Há milhões de anos, não havia África, América, Europa, Oceania, Ásia e Antártida. As porções de terra estavam grudadas. Foram erupções vulcânicas, terremotos e outros fenômenos naturais que provocaram rachaduras no bloco único de terra e deram origem a pedaços separados. Em 2017, estudiosos anunciaram que fragmentos de um continente perdido — Gondwana — foram identificados embaixo das Ilhas Maurício, no Oceano Índico. A descoberta foi possível graças a um mineral chamado zircão, uma pedra preciosa que pode ser datada de maneira precisa.

A atividade de exploração também está contemplada na edição 91 com uma conversa sobre caving, versão esportiva da espeleologia, a investigação científica de cavernas. Para entender melhor a prática, entrevistamos o presidente da Sociedade Brasileira de Espeleologia, Marcelo Rasteiro, que há mais de duas décadas explora cavernas de diferentes dificuldades no Brasil e em outras partes do mundo. Ele fala sobre riscos e medidas de segurança para que as aventuras nas cavernas não acabem em acidentes.

Na editoria de cultura, o texto é sobre uma obra bizarra de arte contemporânea. Um artista belga criou um trabalho nas costas de um suíço. A obra é uma tatuagem, mas essa história não acaba por aí. O homem tatuado vendeu o trabalho gravado em suas costas para um colecionador alemão. Com isso, se transformou em uma obra de arte ambulante. Para deixar tudo ainda mais esquisito, existe um contrato que prevê que a pele com a obra será entregue ao colecionador após a morte do tatuado. O objetivo do colecionador é enquadrar o trabalho definitivamente.

Para fechar, outra novidade científica: pesquisadores desenvolveram um novo papel que pode ser reutilizado mais de 80 vezes. Isso é possível graças à nanotecnologia, a ciência que trata de objetos muito pequenos, muito menores que o mais fino dos fios de cabelo. No texto, nós explicamos com detalhes a mágica em torno dessa novidade.

Boa leitura!

Leitura transforma

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