Leitura5 dicas para incentivar a leitura por vontade própria

14 de fevereiro de 2017

Aflorar a imaginação, ter experiências únicas e expandir o conhecimento: são vários os benefícios de ler regularmente. Por isso, os professores devem incentivar a leitura desde cedo nas escolas, criando alternativas que tornem essa atividade ainda mais atrativa. Entretanto, os recursos limitados e a falta de instrução dos próprios alunos dificultam esse processo, certo? Para solucionar o...

Aflorar a imaginação, ter experiências únicas e expandir o conhecimento: são vários os benefícios de ler regularmente. Por isso, os professores devem incentivar a leitura desde cedo nas escolas, criando alternativas que tornem essa atividade ainda mais atrativa.

Entretanto, os recursos limitados e a falta de instrução dos próprios alunos dificultam esse processo, certo? Para solucionar o impasse, reunimos as 5 melhores dicas — práticas e efetivas — de como incentivar a garotada a ler mais. Acompanhe:

1. Realize visitas a bibliotecas

A satisfação de mergulhar no universo da literatura pode ser desenvolvido por meio de visitas a bibliotecas. Essa ação promove um contato importante entre os estudantes e os livros.

Lembre-se de que não precisa ser necessariamente a biblioteca da instituição de ensino, uma vez que existem outras que são verdadeiros complexos, tornando o processo muito mais fascinante para o aluno.

Então, organize desde já visitas a bibliotecas e garanta alunos mais motivos e inspirados a começar a ler.

2. Incentive a leitura por prazer

É perceptível a diferença entre ler por obrigação e ler por prazer. Enquanto a primeira é uma tarefa desgastante e chata, a outra é uma atividade satisfatória, sendo considerada um exercício de entretenimento.

Para facilitar o processo, o mestre deve apresentar aos estudantes os diversos estilos literários, para que eles identifiquem quais gêneros mais os agradam. Afinal, cada aluno tem uma particularidade e se encantará com uma obra diferente.

Caso exista a leitura obrigatória de algum exemplar na grade curricular, o ideal é criar uma abordagem lúdica, capaz de divertir os estudantes, captando, assim, a atenção deles.

3. Aposte na tecnologia

Fato é que a tecnologia revolucionou a educação, sendo uma forte aliada no processo de aprendizado, desde que usada adequadamente e com moderação. Os aparatos tecnológicos, como e-readers tablets, nesse contexto, são capazes de ajudar na motivação à leitura. Com recursos diferenciados, os alunos podem, por exemplo, acessar obras exclusivas na íntegra, a qualquer momento.

Outro ponto positivo da tecnologia na sala de aula é a possibilidade de promover atividades diversas, como quiz, jogos educativos e grupos de debate. Portanto, veja a tecnologia como um instrumento facilitador do aprendizado, que é útil, inclusive, no incentivo à leitura.

4. Comece o processo o quanto antes

Segundo os especialistas, não existe uma data específica para inserir o hábito da leitura na vida dos estudantes, porém, eles afirmam que, quanto mais cedo, melhor. Afinal, o simples ato de ler apresenta benefícios imensuráveis, como: reduz o estresse, melhora a escrita, expande o vocabulário, melhora a concentração e exercita a mente.

Por isso, não há contra-indicação para a atividade. Pelo contrário: os pais devem incentivar a leitura dos filhos desde os primeiros meses, enquanto o professor deve reforçar a prática a partir do início da vida estudantil da criança.

5. Apresente outros formatos de escrita

Inicialmente, o estudante pode não apreciar livros literários, mas talvez se encante com gibis, mangás e outros tipos de obras. O papel do docente, nesse contexto, é apresentar diversos formatos escritos às crianças e aos jovens para que eles decidam qual é o mais interessante.

Além disso, existe a possibilidade de os estudantes terem vontade de ampliar o campo de leitura, criando mais intimidade até mesmo com as obras literárias. Então, tenha paciência e não deixe de mostrar para os alunos o quão vasto é o universo da escrita.

Para incentivar a leitura, os professores precisam colocar em prática uma série de medidas — como as já citadas —, que serão capazes de tornar a atividade ainda mais atraente. É importante ressaltar que pressionar os alunos ou adotar ações severas provavelmente terá um efeito reverso, tornando o ato de ler desagradável.

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