LeituraComo a criação de um ranking de leitura pode ajudar em sala de aula?

16 de fevereiro de 2016

Especialistas em educação infantil acreditam na importância de unir forças na disseminação da leitura como ato formador do indivíduo desde o início de sua vida. Se pais conscientes incentivam seus filhos a ler, a escola pode continuar com mais embasamento um trabalho de formação de leitores que será indispensável à vida adulta dos alunos. No...

Especialistas em educação infantil acreditam na importância de unir forças na disseminação da leitura como ato formador do indivíduo desde o início de sua vida. Se pais conscientes incentivam seus filhos a ler, a escola pode continuar com mais embasamento um trabalho de formação de leitores que será indispensável à vida adulta dos alunos.

No post de hoje explicaremos como a criação de um ranking de leitura pode ajudar em sala de aula! Confira!

Como incentivar a leitura em sala de aula

Mas como promover o hábito de ler em um país com baixos índices de leitura acrescido de uma infinidade de distrações que o mundo da tecnologia trouxe às crianças e aos jovens? É preciso começar propondo nas reuniões, entre pais e mestres, um trabalho conjunto no qual ambas as partes unam energias para mostrar de forma clara para as crianças o quanto ler pode ser prazeroso, e além disso, trazer conhecimentos novos para cada um.

Com esse projeto coletivo, a escola pode focar em métodos variados para implantar em sala de aula um ambiente propício aos livros. É importante que o professor perceba as aptidões pessoais de seus alunos e ofereça a eles formas convenientes de trabalhar essa questão.

Organizando um ranking de leitura

Um estímulo utilizado por professores do ensino básico é o ranking de leitura, no qual é proposta uma maratona com características que variam de acordo com as diretrizes pedagógicas de cada instituição.

Em linhas gerais, o aluno escolhe um ou mais livros para ler em um período de tempo determinado pelo professor. Ao fim do prazo, as leituras são debatidas em sala ou mesmo propõe-se a criação atividades nas quais o aluno escreve sobre os enredos e personagens da trama lida.

A criança que conseguir ler mais livros pode ganhar um prêmio simbólico ao final da maratona. É importante, no entanto, que fique claro para a turma que não se trata de um ambiente competitivo com a intenção de escolher os “melhores” leitores, mas sim de uma forma de interagir e partilhar com os colegas o prazer da leitura.

A escolha dos livros

O professor responsável pelo “campeonato de leitura” deve antes de iniciá-lo pesquisar sobre os temas de interesse de seus alunos para saber quais livros separar para a atividade — relacionando assim o ato de ler com algo satisfatório e não com uma obrigação imposta por adultos. Uma boa dica é buscar na experiência cotidiana de cada um os temas que mais permeiam suas vidas e que podem ser relacionados a livros.

Com os pais e educadores envolvidos nessa empreitada, a criança se sentirá segura para ultrapassar os muros da escola e levar o hábito da leitura para o seu dia a dia. Se tal hábito já fizer parte da vida familiar do aluno, melhor ainda. Quanto mais conhecimento ele angariar, mais ampliará suas capacidades cognitivas e desenvolverá suas aptidões intelectuais. Se ler ainda não estiver no centro da vida de sua família, pode ser um estímulo para que passe a ser.

O trabalho com a leitura em sala de aula é o início de um processo a ser desenvolvido por toda a vida. Cabe aos professores servirem de guias para enriquecer o universo particular de seus alunos, demonstrando a eles com exemplos práticos o quanto ler foi importante para esse profissional que está diante deles oferecendo uma oportunidade de adentrar no universo dos livros.

Compartilhe conosco suas experiências de leitura ao longo da vida. Como entrou nesse universo? Se é professor, divida com a gente suas experiências em sala de aula. Será um prazer ouvi-lo

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