EducaçãoVocê já ouviu falar em escola sem fronteiras? Conheça esse conceito!

14 de agosto de 2018

Você já ouviu a expressão “cidadãos globais”? Atualmente, encontrá-los é um enorme desafio para as grandes companhias brasileiras e multinacionais que atuam no país. No entanto, em médio prazo, esse quadro pode mudar devido ao espaço que a escola sem fronteiras — também conhecida como escola mundial — está conquistando no Brasil. Quer saber que conceito é esse? Então, não perca este post. Vamos falar...

Você já ouviu a expressão “cidadãos globais”? Atualmente, encontrá-los é um enorme desafio para as grandes companhias brasileiras e multinacionais que atuam no país. No entanto, em médio prazo, esse quadro pode mudar devido ao espaço que a escola sem fronteiras — também conhecida como escola mundial — está conquistando no Brasil.

Quer saber que conceito é esse? Então, não perca este post. Vamos falar do surgimento da escola sem fronteiras, de sua importância e dos princípios que orientam o seu funcionamento. Acompanhe! 

O surgimento da escola sem fronteiras 

As escolas internacionais ou sem fronteiras surgiram, em um primeiro momento, para atender às necessidades de famílias estrangeiras residentes no Brasil. Contudo, um novo grupo de escolas mundiais está conquistando espaço. Desta vez, o objetivo é formar cidadãos globais, preparados não só para atuar no mercado. Além dessa qualificação, o propósito é agregar determinados valores à educação.

Portanto, mesmo que esse tipo de formação se preocupe com o resultado acadêmico e a preparação profissional, não se resume a isso. Qualidades como generosidade, honestidade, empatia e consciência de que o comportamento do indivíduo influencia o ecossistema também são valorizadas nesse novo modelo. 

A importância da educação com mentalidade global

Atualmente, a cidadania global é uma demanda que não pode ser ignorada. Há um bom tempo, as empresas sofrem com a falta de profissionais preparados para inserção em mercados nos quais a diversidade cultural se faz presente. Devido a essa lacuna na formação, as empresas têm mais dificuldade de conquistar novas possibilidades de atuação. Não só o crescimento econômico é prejudicado, mas também a qualidade de vida dos moradores locais que seriam beneficiados com a expansão dos negócios. 

Porém, a demanda social é ainda mais relevante. Cidadãos globais conseguem ver o ser humano como o centro das atenções, independentemente do contexto em que está inserido. Sendo assim, a educação com mentalidade global prevê o desenvolvimento de uma conduta ética em sala de aula, permitindo que os alunos compreendam que as pessoas apresentam diferenças, embora na essência sejam iguais em valor e direitos.  ​

O funcionamento da escola sem fronteiras

A escola sem fronteiras funciona a partir de alguns princípios, que trataremos a seguir.

Interdisciplinaridade

O conceito de escola sem fonteiras se apoia fortemente na intercomunicação das disciplinas. Entende-se que esse é o caminho para centralizar o processo educativo no estudante e capacitá-lo a atuar em uma rede multicanal. 

Protagonismo do aluno

O estudante não é um sujeito passivo, que apenas recebe informações. Ele é provocado, por meio de projetos e metodologia ativa, a construir o próprio conhecimento pela interação com seus pares, com os educadores, com o ambiente e com a tecnologia. 

Diversidade

Um dos pilares das escolas sem fronteiras é a diversidade. O corpo docente é misto, formado por professores de diferentes origens. O mesmo acontece com os alunos, enriquecendo a bagagem e o repertório pessoal e coletivo.

Uso da tecnologia

As escolas globais ou sem fronteiras entendem que não é possível formar um cidadão global sem prepará-lo para usar a tecnologia. No entanto, a ênfase não está nos dispositivos, mas no que eles conseguem oferecer como ferramenta. Plataformas de ensino adaptativo e soluções de leitura digital são atividades frequentes.

Liberdade pedagógica

Por abraçar o conceito de processo centralizado no estudante, essas escolas permitem alto nível de liberdade pedagógica. Os professores recebem autonomia e condições para planejar e projetar uma instituição criativa e voltada para a obtenção de resultados práticos.

Finalmente, as escolas sem fronteiras surgiram para atender a uma demanda global. Isso não significa que todas as escolas têm o dever de se adaptar a esse modelo, visto que lidam com realidades diferentes e focam suas ações nas necessidades de públicos específicos. No entanto, considerando que vivemos em um mundo globalizado, é fundamental ficar atento a essas tendências.

Observar ações que geram bons resultados e procurar possíveis aplicações desses princípios podem ajudar na construção de uma escola de melhor qualidade, que forme cidadãos relevantes para a nossa sociedade e para o mundo.

E você, já conhecia o conceito de escola sem fronteiras? Já teve alguma experiência com esse tipo de instituição? Compartilhe-a conosco nos comentários!

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